terça-feira, 30 de novembro de 2010

RETROSPECTIVA DOS FORMANDOS 2010

     A nossa despedida foi, sem dúvida, muito marcante! E nada melhor do que relembrar os melhores momentos de um ano que vamos guardar para sempre em nossos corações!





      A retrospectiva foi resultado de um trabalho em grupo feito com muita dedicação por nós, formandos. No qual vários alunos ajudaram no desenvolvimento do texto. A locução do vídeo contou com a voz de um dos próprios formandos.
     Vale tudo para não esquecer os momentos que passamos juntos!
     O vídeo foi exibido no último dia de aula e foi motivo lágrimas!

DIZEMOS ADEUS, MAS SÓ POR ENQUANTO...


Acabou! É o final de uma das primeiras etapas da nossa vida. A mais longa, e que lança base para o nosso futuro tanto na nossa educação, quanto na nossa personalidade. O que seremos daqui pra frente depende de tudo o que passamos, vivemos e aprendemos até agora. “Adeus” é uma palavra difícil de ser dita, principalmente para amigos, pois sabemos que nunca mais será da mesma forma.
         Aqui a gente fez e aconteceu. Cada um da forma que achou melhor. Alguns estudaram mais. Outros nem abriram a mochila... Podemos dizer que a maioria foi meio termo.
         Aproveitamos, curtimos, rimos, discutimos (MUITO, diga-se de passagem)... Ah, claro! Aprendemos algo aqui. E colamos também, afinal, “quem NÃO cola não sai da escola” e nós estamos saindo! (Tirem suas próprias conclusões)
         Cumprimos o nosso dever. Fizemos o possível e o impossível. Devemos isso a quem sempre nos apoiou e realmente se empenhou para nos ensinar. Agora, é cada um por si. Mas o mais importante do que o sucesso que conquistaremos, é o que já conquistamos aqui. Sentiremos saudades de tudo de bom que vivemos. E das pessoas que fizeram a diferença pra todos nós.
É o final, mas a ficha ainda não caiu pra muita gente. Lágrimas estão, sim, sendo derramadas. Mas fechamos o ano com chave de ouro, ao lado das melhores pessoas possíveis.

EM HOMENAGEM AOS FORMANDOS 2010.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

GINCANA MARCHETTI



      Nos dias 16 e 19 de Novembro, a "E. E. Ermano Marchetti", promoveu uma gincana. Com o objetivo de promover a interação entre os alunos, a gincana contou com a organização dos terceiros anos do Ensino Médio e de alguns professores.
      Os primeiros e segundos anos, foram divididos em equipes - roxa, laranja, vermelha e azul - e puderam participar de diversas atividades.
      No dia 16, aconteceu o Show de talentos, os participantes puderam cantar, dançar, tocar,  atuar (stand up)  e participar do Desafio Soletrando.


     No dia 19, tivemos cabo de guerra, queimada com bexigas d'água, cobrança de pênalti, basquete (arremesso) e vôlei.

   A gincana foi um sucesso! E contou em seu encerramento, com uma apresentação musical feita por alguns alunos do terceiro ano. 

domingo, 24 de outubro de 2010

Uma contradição em si mesma

     O poder é um fator que modifica a personalidade de quem o adquire. Não é um aspecto único, pois se mostra de diferentes formas na vida das pessoas. Diz-se que "só se conhece uma pessoa de verdade quando ela adquire certa medida de poder", e é o que realmente acontece.
    Ao analisarmos a história humana, vemos que está repleta de experiências de pessoas que não souberam administrar o poder, o que até causou a morte de inocentes. Por exemplo: Hitler, Stalin, Mussolini. Até mesmo no cotidiano vemos pessoas ao redor que se julgam melhores.
   Camões escreveu que é melhor 'merecer (o poder) e não o ter, do que o ter sem merecer'. Isso nos mostra que o poder é uma conquista, onde a pessoa batalha e quando alcança o objetivo, não sabe administrá-lo, reprimindo assim as pessoas próximas. Há poucos casos em que o poder não foi algo negativo. Temos como exemplo Gandhi, lider de milhões que pregava a paz. Usou seu poder de forma a beneficiar outros.
   O poder em si não é algo ruim. O que o torna ruim são as pessoas que não sabem administrá-lo e usufruí-lo.


Autoras: Amanda Sanches e Stephanie Hansen


Postagem: Letícia Ferreira

domingo, 10 de outubro de 2010

Regime de Segregação Racial (Apartheid)


   Vidas Separadas?, melhor dizendo o nome da discriminação racial durante anos tomou conta da África do Sul e que só há pouco tempo deixou o país.
   O Apartheid foi um regime de segregação racial que durante anos tomou conta da África do Sul, no qual os brancos e negros viviam separados. E brancos sempre superiores mesmo sendo uma pequena minoria perante os negros com uma grande quantidade.
   Este sistema no qual, o país se curvou durante anos impôs uma série de leis, nas quais os negros eram vistos sempre em segundo plano. Escolas diferenciadas, bairros exclusivos para negros e dentre outras coisas, os negros não podiam circular em determinados locais das cidades.
Contra o Apartheid, se reuniram diversos líderes em prol da libertação e da igualdade africana. Porém o que mais se destacou e que serve de referência para provar o quanto a luta e o sacrifício de um homem vale a pena. Este foi Nelson Rotihlahla Mandela.
   Mandela foi o líder do movimento e ficou preso  durante 26 anos. No entanto, mesmo preso, ele conseguiu reunir forças internacionais pressionando o governo africano até gerar o fim do Apartheid.
   Mandela em 1994 tornou-se o 1º presidente negro do país, dando início ao um novo recomeço para esse país.

Colaboradores:
Izabele Cristina da Silva
Bruna Duzzi
Renata
Eduarda Bueno
Felipe Sampaio
3ºA

África: Chega de falar de pobreza!

    O continente africano é o terceiro maior da terra e o segundo mais populoso. A história africana é marcada por grandes lutas, conquistas, sofrimentos. História de um povo que, por muito tempo foi visto como inferior perante os olhos do mundo, olhos que não se importavam com o ser humano, mas sim com a riqueza e outros bens. A África é dividida em duas: África setentrional (África Branca) e a África Subsaariana (África Negra).
   Na África Setentrional não há muitos problemas como a África Subsaariana, em geral a África é composta por vários grupos étnicos, uma população de 1 bilhão de habitantes. Na África setentrional predominam os grupos mediterrâneos brancos (caucasóides e semitas) e a religião predominante é o islamismo que tem o maior número de seguidores no continente, cerca de 45% da população é Islâmica.
  A África hoje em dia, é mais vista pela parte Subsaariana; os maiores problemas desse continente se encontram lá. A religião majoritária no sul é o Cristianismo praticada por 35% dos africanos, porém a África também pode ser considerada como um continente multirreligioso, sua cultura é passada de geração em geração, suas crenças, costumes são coisas que não irão morrer com facilidade. A África possui uma grande variedade lingüística, entre as 2 mil línguas faladas na África estão os dialetos locais de raiz africana que foram misturados com os idiomas de seus colonizadores (europeus, ingleses, franceses e portugueses).
    A economia da África gira em torno da agricultura, apesar da exploração de minerais ter criado pólos de desenvolvimento no continente, mantendo como modelo pequenas lavouras de subsistência que empregam mais de 70% dos africanos, e a monocultura exportadora (café, cacau, algodão etc.). O dinheiro que vem com esses recursos não fica na mão do povo africano, fica nas mãos de pessoas de poder.
Com a economia pouco diversificada, os paises africanos tornam-se vulneráveis a choques internacionais, como a queda brusca nos preços das mercadorias africanas, fazendo com que o continente se desenvolva menos ainda. 
   A África é um continente muito rico, mas com recursos mal trabalhados, isso gera um desentendimento entre os cidadãos desse continente desencadeando assim uma série de conflitos. Os países que compõem a ONU deveriam ajudar esse continente que passa por momentos difíceis. A África não deveria ser dividida em África Branca e África Negra, o preconceito não deveria prevalecer.

Colaboradores:
Raissa Carolina Batista Cardoso
Anderson Leandro Teixeira
Gabriel Bragança Pinheiro
Yago Justino Raiano
Bianca Amélia E. Silva
Pedro Henrique Brandão de Melo
3ºA

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

ÁFRICA - Vivendo Entre O Ouro E A Miséria






        Qual é a primeira coisa que lhe vem a cabeça, quando pensamos na África? A resposta é fácil: Waka Waka da Shakira! Mas a segunda é a POBREZA ou a DESIGUALDADE SOCIAL. Você já parou pra pensar, o porquê é tão fácil associar a África à miséria? Ou o porquê dela ser tão pobre?


Há séculos, o continente é explorado pelas potências mundiais e é o menos desenvolvido do planeta, apesar de ser tão rico em minerais e fontes de energia. Um exemplo dessas potências é a China que, atraída pelo petróleo africano, vem investindo no continente: desde de 2000, o comércio entre os dois aumentou 10 vezes. EUA, Reino Unido e França são outros países com forte presença comercial na África.
A economia africana é basicamente agrícola. Essa falta de diversificação torna os países do continente vulneráveis a choques internacionais. Fragilidade que levou boa parte das nações africanas, a recorrer á ajuda financeira e logo, se enrolar com a dívida externa. Nota-se com isso, o quanto a África vem se tornando “submissa” aos países que extraem seus minerais. Afinal, que outra opção os governos africanos teriam? O continente não é industrializado, não tem autonomia econômica e necessita dos países desenvolvidos. O que dá a idéia que esteja rolando um novo colonialismo no continente, a diferença do antigos é que agora, os países estão permitindo ser conquistados.
Outro fato que surpreende, é que das 24 nações com menor IDH, 22 estão na África. Mais da metade dos 1 milhão de subsaarianos tem renda inferior a 1,25 dólar por dia! OMG!
Chega a ser triste imaginar, que muitas pessoas não tem a chance se quer de comer! E como se não bastasse os conflitos na região são constantes e só agravam a situação.
As exportações de petróleo ajudam a impulsionar a economia africana, que vem crescendo 5% em média ao ano. CONTUDO, esse progresso não é traduzido em bem estar para a população. Todo o PIB da África junto (53 países) é menor, por exemplo, que o do Brasil sozinho! E digasse de passagem, os governos da África estão entre os mais corruptos do mundo.
Os países da África só começaram adquirir sua independência a partir dos anos 70, o que para alguns pode justificar sua falta de organização. De qualquer forma, os problemas da África parecem muito longe de um fim. Mas espera-se que um dia possamos todos nós, associar o continente não mais a fome e miséria, mas ao seu povo alegre e forte, as suas lindas paisagens e, é claro a músicas como a da Shakira.


Autor: Edson Caldas