quinta-feira, 25 de novembro de 2010

GINCANA MARCHETTI



      Nos dias 16 e 19 de Novembro, a "E. E. Ermano Marchetti", promoveu uma gincana. Com o objetivo de promover a interação entre os alunos, a gincana contou com a organização dos terceiros anos do Ensino Médio e de alguns professores.
      Os primeiros e segundos anos, foram divididos em equipes - roxa, laranja, vermelha e azul - e puderam participar de diversas atividades.
      No dia 16, aconteceu o Show de talentos, os participantes puderam cantar, dançar, tocar,  atuar (stand up)  e participar do Desafio Soletrando.


     No dia 19, tivemos cabo de guerra, queimada com bexigas d'água, cobrança de pênalti, basquete (arremesso) e vôlei.

   A gincana foi um sucesso! E contou em seu encerramento, com uma apresentação musical feita por alguns alunos do terceiro ano. 

domingo, 24 de outubro de 2010

Uma contradição em si mesma

     O poder é um fator que modifica a personalidade de quem o adquire. Não é um aspecto único, pois se mostra de diferentes formas na vida das pessoas. Diz-se que "só se conhece uma pessoa de verdade quando ela adquire certa medida de poder", e é o que realmente acontece.
    Ao analisarmos a história humana, vemos que está repleta de experiências de pessoas que não souberam administrar o poder, o que até causou a morte de inocentes. Por exemplo: Hitler, Stalin, Mussolini. Até mesmo no cotidiano vemos pessoas ao redor que se julgam melhores.
   Camões escreveu que é melhor 'merecer (o poder) e não o ter, do que o ter sem merecer'. Isso nos mostra que o poder é uma conquista, onde a pessoa batalha e quando alcança o objetivo, não sabe administrá-lo, reprimindo assim as pessoas próximas. Há poucos casos em que o poder não foi algo negativo. Temos como exemplo Gandhi, lider de milhões que pregava a paz. Usou seu poder de forma a beneficiar outros.
   O poder em si não é algo ruim. O que o torna ruim são as pessoas que não sabem administrá-lo e usufruí-lo.


Autoras: Amanda Sanches e Stephanie Hansen


Postagem: Letícia Ferreira

domingo, 10 de outubro de 2010

Regime de Segregação Racial (Apartheid)


   Vidas Separadas?, melhor dizendo o nome da discriminação racial durante anos tomou conta da África do Sul e que só há pouco tempo deixou o país.
   O Apartheid foi um regime de segregação racial que durante anos tomou conta da África do Sul, no qual os brancos e negros viviam separados. E brancos sempre superiores mesmo sendo uma pequena minoria perante os negros com uma grande quantidade.
   Este sistema no qual, o país se curvou durante anos impôs uma série de leis, nas quais os negros eram vistos sempre em segundo plano. Escolas diferenciadas, bairros exclusivos para negros e dentre outras coisas, os negros não podiam circular em determinados locais das cidades.
Contra o Apartheid, se reuniram diversos líderes em prol da libertação e da igualdade africana. Porém o que mais se destacou e que serve de referência para provar o quanto a luta e o sacrifício de um homem vale a pena. Este foi Nelson Rotihlahla Mandela.
   Mandela foi o líder do movimento e ficou preso  durante 26 anos. No entanto, mesmo preso, ele conseguiu reunir forças internacionais pressionando o governo africano até gerar o fim do Apartheid.
   Mandela em 1994 tornou-se o 1º presidente negro do país, dando início ao um novo recomeço para esse país.

Colaboradores:
Izabele Cristina da Silva
Bruna Duzzi
Renata
Eduarda Bueno
Felipe Sampaio
3ºA

África: Chega de falar de pobreza!

    O continente africano é o terceiro maior da terra e o segundo mais populoso. A história africana é marcada por grandes lutas, conquistas, sofrimentos. História de um povo que, por muito tempo foi visto como inferior perante os olhos do mundo, olhos que não se importavam com o ser humano, mas sim com a riqueza e outros bens. A África é dividida em duas: África setentrional (África Branca) e a África Subsaariana (África Negra).
   Na África Setentrional não há muitos problemas como a África Subsaariana, em geral a África é composta por vários grupos étnicos, uma população de 1 bilhão de habitantes. Na África setentrional predominam os grupos mediterrâneos brancos (caucasóides e semitas) e a religião predominante é o islamismo que tem o maior número de seguidores no continente, cerca de 45% da população é Islâmica.
  A África hoje em dia, é mais vista pela parte Subsaariana; os maiores problemas desse continente se encontram lá. A religião majoritária no sul é o Cristianismo praticada por 35% dos africanos, porém a África também pode ser considerada como um continente multirreligioso, sua cultura é passada de geração em geração, suas crenças, costumes são coisas que não irão morrer com facilidade. A África possui uma grande variedade lingüística, entre as 2 mil línguas faladas na África estão os dialetos locais de raiz africana que foram misturados com os idiomas de seus colonizadores (europeus, ingleses, franceses e portugueses).
    A economia da África gira em torno da agricultura, apesar da exploração de minerais ter criado pólos de desenvolvimento no continente, mantendo como modelo pequenas lavouras de subsistência que empregam mais de 70% dos africanos, e a monocultura exportadora (café, cacau, algodão etc.). O dinheiro que vem com esses recursos não fica na mão do povo africano, fica nas mãos de pessoas de poder.
Com a economia pouco diversificada, os paises africanos tornam-se vulneráveis a choques internacionais, como a queda brusca nos preços das mercadorias africanas, fazendo com que o continente se desenvolva menos ainda. 
   A África é um continente muito rico, mas com recursos mal trabalhados, isso gera um desentendimento entre os cidadãos desse continente desencadeando assim uma série de conflitos. Os países que compõem a ONU deveriam ajudar esse continente que passa por momentos difíceis. A África não deveria ser dividida em África Branca e África Negra, o preconceito não deveria prevalecer.

Colaboradores:
Raissa Carolina Batista Cardoso
Anderson Leandro Teixeira
Gabriel Bragança Pinheiro
Yago Justino Raiano
Bianca Amélia E. Silva
Pedro Henrique Brandão de Melo
3ºA

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

ÁFRICA - Vivendo Entre O Ouro E A Miséria






        Qual é a primeira coisa que lhe vem a cabeça, quando pensamos na África? A resposta é fácil: Waka Waka da Shakira! Mas a segunda é a POBREZA ou a DESIGUALDADE SOCIAL. Você já parou pra pensar, o porquê é tão fácil associar a África à miséria? Ou o porquê dela ser tão pobre?


Há séculos, o continente é explorado pelas potências mundiais e é o menos desenvolvido do planeta, apesar de ser tão rico em minerais e fontes de energia. Um exemplo dessas potências é a China que, atraída pelo petróleo africano, vem investindo no continente: desde de 2000, o comércio entre os dois aumentou 10 vezes. EUA, Reino Unido e França são outros países com forte presença comercial na África.
A economia africana é basicamente agrícola. Essa falta de diversificação torna os países do continente vulneráveis a choques internacionais. Fragilidade que levou boa parte das nações africanas, a recorrer á ajuda financeira e logo, se enrolar com a dívida externa. Nota-se com isso, o quanto a África vem se tornando “submissa” aos países que extraem seus minerais. Afinal, que outra opção os governos africanos teriam? O continente não é industrializado, não tem autonomia econômica e necessita dos países desenvolvidos. O que dá a idéia que esteja rolando um novo colonialismo no continente, a diferença do antigos é que agora, os países estão permitindo ser conquistados.
Outro fato que surpreende, é que das 24 nações com menor IDH, 22 estão na África. Mais da metade dos 1 milhão de subsaarianos tem renda inferior a 1,25 dólar por dia! OMG!
Chega a ser triste imaginar, que muitas pessoas não tem a chance se quer de comer! E como se não bastasse os conflitos na região são constantes e só agravam a situação.
As exportações de petróleo ajudam a impulsionar a economia africana, que vem crescendo 5% em média ao ano. CONTUDO, esse progresso não é traduzido em bem estar para a população. Todo o PIB da África junto (53 países) é menor, por exemplo, que o do Brasil sozinho! E digasse de passagem, os governos da África estão entre os mais corruptos do mundo.
Os países da África só começaram adquirir sua independência a partir dos anos 70, o que para alguns pode justificar sua falta de organização. De qualquer forma, os problemas da África parecem muito longe de um fim. Mas espera-se que um dia possamos todos nós, associar o continente não mais a fome e miséria, mas ao seu povo alegre e forte, as suas lindas paisagens e, é claro a músicas como a da Shakira.


Autor: Edson Caldas

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Luta pela moradia: resistência e repressão.

O mês de agosto foi marcado por uma escalada de ações policiais de desocupação contra famílias de trabalhadores sem-teto em todo o Brasil. Houve desocupações em São Paulo, Recife, Maceió, só para citar algumas cidades onde foram registradas essas ações, no mais das vezes violentas, contra o povo que luta pela moradia. Sob o argumento da “revitalização” de áreas das grandes cidades se esconde a especulação imobiliária, quase sempre uma associação entre grandes construtoras e imobiliárias e parcelas do poder público.
Reflexos da crise econômica
Dados do Censo de 2000 mostram que são 2.360.000 domicílios em favelas, em todo Brasil. Cerca de 70% dessas favelas se concentram nas 32 maiores cidades do país. O empobrecimento está empurrando um contingente cada vez maior da população para a vida nas favelas.
Na cidade de São Paulo, os favelados eram 1 % da população em 1973; em 1980 eram 4 %, em 1990 eram 8%, e ultrapassam 10% em 2000. Um estudo feito pela Prefeitura de São Paulo identificou 2.018 favelas, com 378.863 domicílios para 1,16 milhão de pessoas.
A pesquisa mostrou que de 1991 a 2000 surgiu uma favela a cada oito dias na metrópole paulistana, como resultado do desemprego e da redução de rendimentos que se abateu sobre os trabalhadores na década de 90.
Pesquisa do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo) mostra que, em junho de 2005, houve 2.212 ações de despejo (92,7% do total das ações locatícias) na Comarca da capital, contra 2.104 em maio, o que significa um aumento de 5,13%. A elevação foi de 7% em relação ao mesmo mês de 2004, quando houve 2.067 ações.
Enquanto isso...
Segundo dados do Ministério das Cidades, o déficit de moradias, que antes era de 6,6 milhões, passou para 7,2 milhões. Nas áreas urbanas o acréscimo foi de 5.414 mil para 5.470 mil unidades, ao passo que nas áreas rurais o déficit subiu de 1.241 mil para 1.752 mil. De acordo com o levantamento oficial mais recente, feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2002, 23,3% dos domicílios urbanos de todo o país não têm esgotamento sanitário e 10,7% não dispõem de água encanada.
Enquanto a política econômica e social do governo federal beneficia os banqueiros e a grande burguesia, tratando com total descaso a área social e o problema da moradia, o povo implementa suas próprias medidas, concretas, para resolver a questão, organizando-se e ocupando áreas e edifícios abandonados nas cidades.
Resistência e Repressão
Na maioria dos casos, os trabalhadores sem-teto resistem às ações de desocupação.
Em Recife, um confronto ocorrido dia 23 de agosto entre sem-teto do Movimento de Luta e Resistência Popular (MLRP) e a polícia, durante a reintegração de um prédio no Centro, deixou três feridos. Trinta e um sem-teto foram levados à delegacia, inclusive seis crianças. Segundo reportagem da Folha de SP, “os sem-teto não atenderam os oficiais de Justiça encarregados de notificá-los da decisão. A PM foi acionada e enviou um carro com três homens ao local. Os invasores atearam fogo em um pneu e ergueram uma barricada na entrada do prédio. Das janelas do segundo e terceiro pisos, os manifestantes, com os rostos cobertos, passaram a jogar pedras contra os policiais. Um oficial de Justiça e um PM foram atingidos. O carro da corporação teve um vidro quebrado. ‘Não vamos sair’, gritavam. Diante da resistência, a Tropa de Choque foi mobilizada. Ao chegar ao local, também foi recebida a pedradas. Garrafas e coquetéis molotov foram lançados das janelas. Os policiais atiraram balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo”. Atingido por uma bala de borracha, Marcelo Gerson de Paula, um dos líderes da ocupação, perdeu a visão do olho direito.
Em São Paulo, as cerca de 300 pessoas, entre as quais 110 crianças, que ocupavam o edifício 112 da Rua Plínio Ramos, na região central da cidade desde 2003 foram expulsas no último dia 16 de agosto em ação violenta da PM. Vinte e cinco pessoas ficaram feridas, entre elas 20 sem-teto, sendo cinco menores, segundo informou o advogado do movimento, André Araujo. Foram detidas 20 pessoas. A polícia avançou sobre os manifestantes usando spray de pimenta, bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha. Moradores e repórteres afirmam que muitos policiais estavam sem identificação, e que houve agressão contra moradores e manifestantes.
Edineusa Ferreira Gomes de Paula, de 20 anos, despejada da ocupação, desabafa: "Só ganho um salário mínimo. Mal dá para comer, comprar fralda e remédio para meu filho. Esse é o projeto social que o governo quer para a gente: a rua".
"Queremos que as famílias sejam tratadas com dignidade. Moradia é um direito", afirma Nelson da Cruz Souza, coordenador do Movimento de Moradia da Região do Centro (MMRC) de São Paulo, onde 79 famílias foram expulsas pela PM, em ação violenta, no último dia 16. "Sabíamos da reintegração, mas não havia alternativa para a gente, nós iríamos para a rua", disse Souza ao comentar a resistência dos moradores.
Em Maceió mais de 100 mil famílias vivem em assentamentos irregulares. Um deles é o Conjunto Vitória, no bairro Tabuleiro, onde foram morar trabalhadores que não tinham mais como pagar aluguel ou que perderam tudo com a última chuva.
Um exemplo contundente do drama da falta de moradia, e também da disposição de resistir à desocupação é o de João Empório dos Santos. Com rendimento fixo de um salário mínimo que só lhe chegou na aposentadoria, João Empório dos Santos conseguiu, aos 75 anos de idade, levantar as paredes de uma casinha numa área invadida. É lá onde ele mora, há cerca de sete meses, com a mulher e um filho. Investiu tudo o que tinha na construção e na compra de duas galinhas, mas achou que, enfim, conseguira um chão para a sua família. A alegria durou pouco. João Empório e as 140 famílias que invadiram a área estão com ordem de despejo decretada pela Justiça. “Não saio nem na tabica [“chicote” N.R.]. Essa casinha é a única coisa que tenho”, avisa João Empório, com o determinação de quem defende a própria vida.
Como seu João, outros moradores da área ocupada, cansados de esperar pelas promessas de uma casinha num lugar mais seguro, gastaram o que não tinham para construir uma moradia. “Tirei R$ 1.500 de empréstimo para aposentados para pagar em três anos; R$ 80 por mês”, diz Maria Tereza da Conceição. Ao construir sua casa no Conjunto Vitória, onde mora com dois filhos e quatro netos, ela pensou que teria, enfim, o sossego de ter onde morar. “Nunca passei tanto aperreio na vida. É uma pressão medonha. Já chegaram aqui com marreta, caminhão, trator, tudo para derrubar. Só Deus tem nos valido”, diz ela.
Esta é a realidade: o Brasil é o vice-campeão da concentração de renda no mundo. Bilhões e bilhões de reais do dinheiro público são canalizados para pagamento de juros da dívida interna e externa, são destinados a uma casta de ricos e bilionários. E como resultado dessa política econômica faltam verbas para atender as necessidades mais básicas do povo, como a habitação.
Para se ter uma idéia: Com os R$ 153 bilhões (previsão de pagamento de juros para 2005) poderiam ser construídas casas populares que acabariam o déficit habitacional brasileiro de 7,2 milhões de casas e ainda sobrariam R$ 53 bilhões para investir em saneamento básico e infra-estrutura dos bairros populares. (Veja o artigo O verdadeiro “mensalão”:o governo federal paga R$ 153 bilhões aos bancos e especuladores)

Em outras palavras, a política econômica em curso, que aprofunda a submissão do Brasil ao imperialismo e aumenta a exploração e a miséria do povo tem como contrapartida a resistência do povo. Daí a necessidade, do ponto de vista das classes dominantes, de aumentar a repressão, incentivando a criminalização dos movimentos populares.
As ações de reintegração de posse fazem parte de uma ofensiva da administração pública que tem atingido os trabalhadores sem-teto, em sua maioria desempregados ou trabalhadores informais. Ao invés de garantir o cumprimento da função social dos prédios abandonados e das áreas urbanas não utilizadas, e acabar com a especulação imobiliária sobre eles, a "revitalização urbana" que vem sendo realizada nas cidades pelos poderes públicos mantém e aprofunda o drama da falta de moradia no Brasil.
Como já afirmamos com relação à violenta desocupação de 2862 famílias sem-teto em Goiânia, no início deste ano, na qual foram assassinados dois sem-teto, “é recorrente o uso da força policial para tratar a questão da moradia no Brasil, e a tentativa, por parte da grande imprensa e das classes dominantes, de criminalizar os sem-teto e legitimar o Estado policial e repressor, antidemocrático, que vem se constituindo no Brasil”.


Redator: Cesar Bezerra
Postagem: Letícia Ferreira

terça-feira, 1 de junho de 2010

Pesquisa aponta crescimento de 57% na população de rua em SP

A população em situação de rua aumentou 57% na cidade de São Paulo, de acordo com pesquisa da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), encomendada pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social da prefeitura.


A pesquisa considera que moradores de rua são "pessoas que não têm moradia e que pernoitam nas ruas, praças, calçadas, marquises, jardins, baixos de viadutos, mocós, terrenos baldios e áreas externas de imóveis" e acolhidos são "pessoas que, também sem moradia, pernoitam em albergues ou abrigos" públicos.


Os distritos da região central da cidade reúnem o maior número de pessoas morando nas ruas. A República lidera, com 1.570 moradores (24% da população do distrito), seguida por Sé, com 1.195 (18% da população) e Santa Cecília, com 309 (5% da população).


Na relação dos acolhidos, a Mooca, na zona leste está em primeiro lugar, com 1.145 (16% da população do distrito), seguido por Santa Cecília, com 1.025 (14% da população), e Pari, com 763 (11% da população).


Em 2000, quando foi realizado o último levantamento, havia 8.706 pessoas morando nas ruas. Já em 2009, ano da coleta de dados, eram 13.666 --4.960 pessoas a mais.


A cidade tem cerca de 8.000 vagas de albergues e outros centros de acolhida (moradias provisórias, hotéis sociais, etc.). De acordo com o censo, 7.079 pessoas moram em algum desses equipamentos da prefeitura. Os demais 6.587 vivem nas ruas mesmo.


Fonte: Folha Online
Redatora: Stephanie Hansen